Blog da jornalista Olívia de Cássia  
 
border=0
 
   Arquivos

 
border=0
Outros sites

 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 Blog anterior de Olívia de Cássia - Arquivos
 Blog do Ig - textos - Olívia de Cássia
 Site pessoal antigo
 Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj
 Comissão dos Jornalistas Assessores de Imprensa
 Tudo na Hora
 Alagoas 24 Horas
 Cojira-AL
 O Rlâmpago
 Deputado Paulão
 Josivaldo Ramos
 Núclo de Ecojornalistas do Estado de Alagoas
 Tera da Liberdade - União dos Palmares
 Alagoas em Tempo Real
 Partido dos Trabalhadores
 O Jornal
 Gazeta de Alagoas
 Assembléia Legislativa
 Tudo na Hora
 Zine - Tempo Moderno - União dos Palmares
 Fonte Notícias
 Blog do Edberto Ticianeli
 Pátria Latina
 Matéria sobre o presídio da Santa Fé no meu blog anterior...
 Blog da Gabi (Jornalista Gabriela Rodrigues)


Votação
Dê uma nota para meu blog



border=0
 


Leia as notícias da semana passada nesta página e depois redirecione o mouse para o endereço abaixo. Meu espaço aqui expirou. Acesse as notícias no seguinte endereço http://oliviadecassiajornalista.zip.net/



Escrito por Olívia de Cássia às 22h58
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Urbanitários defendem a criação de uma ouvidoria na Casal 

 

Olívia de Cássia

Repórter

 

O presidente da Federação dos Urbanitários, Edson Aparecido, defendeu na manhã da sexta-feira, 27, na sessão pública que discutiu o saneamento do Estado, a criação de uma ouvidoria na Casal para que atenda o povo e escute os reclames da população no que diz respeito ao atendimento e aos serviços que presta à comunidade.

Ele argumentou que a iniciativa da elaboração de uma lei para discutir saneamento “se reveste de grande importância; o projeto vem cumprir as exigências contidas na legislação e também a lei de consórcios públicos, pois põe fim ao vazio institucional que o setor enfrenta”, mas sugeriu alguns pontos que a lei não trata. Segundo ele, a lei de política ambiental que se discute na ALE “amplia o conceito de saneamento e incorpora a questão do manejo dos resíduos sólidos”, mas na prática “vamos ter dificuldade de ampliar para a questão do lixo e drenagem, conta.

Para o sindicalista, a lei federal regulamenta um artigo da Constituição e vem mudar o caráter jurídico dos consórcios públicos.  “É fundamental que as companhias estaduais ouçam os municípios que têm que participar dos processos de saneamento. Defendemos políticas que signifiquem a recuperação das companhias de abastecimento que estão em crise no País”, argumentou.

Outro destaque de Edson foi para que tenha uma política de serviços dos contratos que começam a vencer agora, com as prestadoras de serviços. “Analisamos o projeto de lei do governo do Estado. A lei peca mais pelo que não diz do que pelo o que diz. É dispensável o artigo sexto, sugiro que se retire o parágrafo segundo desse artigo, pois entendemos que a parceria público-privada não deve existir. O Estado tem condições de arcar com as necessidades, sem precisar do setor privado”, observou.

Ricardo Vieira, engenheiro da Casal, disse que a empresa vê com extrema satisfação a criação de uma nova política de saneamento para o Estado, pois, segundo ele, a inexistência de regras para essa questão cria um vácuo na legislação. “Na hora em que as funções passam a ter responsabilidades diferentes, nós vemos com alívio essa questão, pois não temos capacidade e vínhamos fazendo o serviço  porque não tinha quem fizesse”, disse ele, acrescentando que a lei estadual “nos tira a responsabilidade de ter que regulamentar serviços que não são viáveis”.

Para Ricardo Vieira, a Casal, a partir da definição da lei, deve receber um plano de saneamento das prefeituras com um estudo de viabilidade técnica para que o serviço seja prestado. “A Casal é a única empresa que executa o serviço de saneamento, consegue ir até a matéria-prima de tratamento industrial e distribui delivery para a população. Émuito mais que um problema, é hoje a solução que o Estado de Alagoas tem para o seu saneamento. Se a empresa desaparecer, como os municípios serão abastecidos? Como a questão do saneamento será distribuído?”, questionou.

O presidente da Abes – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária, seccional de Alagoas, Carlos Roberto, observou estar cansado de discursos. “Estamos cansados de discursos, não quero criticar os que aqui falaram. Precisamos implementar um trabalho bem elaborado de política pública, precisamos ter cuidado com as parcerias (privadas) que na maioria são deficitárias”, disse ele.

 



Escrito por Olívia de Cássia às 19h34
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Foto de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

.

Seu Toinho cidadão

 

Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

Jornalista

 

         Sete deputados compareceram ao plenário da Assembléia para discutir em sessão pública realizada nesta sexta-feira, 27, a lei de política ambiental enviada pelo governo do Estado à Casa de Tavares Bastos. Entre falas, explicações com data-show, discursos, propostas e  análises jurídicas da Lei de Saneamento Nacional Ambiental, seu  Toinho pescador deu o seu recado e emocionou os presentes com seu discurso simples e direto em defesa das águas e do meio ambiente.

Com a presença de autoridades, estudantes e representes dos movimentos sociais, do Estado, do alto de sua sabedoria empírica adquirida com a vivência de pescador, seu Antônio começou o seu discurso citando um trecho do hino nacional brasileiro e interrogando se nossos bosques ainda têm mais vida mesmo.

Seu Toinho é um cidadão verdadeiramente preocupado com nossas águas, com o meio ambiente e é um defensor intransigente do Rio São Francisco. Ele fez um relato da situação de degradação em que se encontra o rio atualmente, falou do desmatamento das encostas, da poluição das nossas lagoas e  destacou a importância da preservação do estuário lagunar para a sobrevivência das populações ribeirinhas.

         Seu Toinho pescador, como gosta de ser chamado, disse que criou os filhos na beira do rio e uma das filhas estava lá para ouvir o sábio pai defender a natureza. Ele criticou os parlamentares, disse que os políticos -deputados, prefeitos e vereadores- estavam indo para lados diferentes.

“A lagoa está sendo envenenada e somos obrigados a respeitar uma infração da lei”, disse ele, destacando que as diversas espécies que existiam na Lagoa Mundaú estão se acabando.

A transposição do Rio São Francisco foi outro tema da fala de seu Toinho, incansável defensor do meio ambiente e da revitalização do Rio da Integração Nacional, como é conhecido o São Francisco.

“É um crime o que estão fazendo, as nossas águas não estão sendo zeladas, os esgotos estão sendo lançados sem tratamento e é preciso um cuidado básico”, disse ele.

         O pescador Antônio não tem mestrado, nem doutorado, mas conhece a fundo toda a história de degradação, poluição e assoreamento do Rio São Francisco e da nossa Lagoa Mundaú. Adquiriu conhecimento vivendo na prática e observando a natureza. Ele argumentou   que a lagoa é uma mãe “que tinha os peitinhos grandes para abastecer de sururu e água para a população tomar banho, mas está poluída e sem cuidado”.

São 40 anos de poluição e degradação, com o despejo de produtos químicos em suas águas, segundo observou. Seu Toinho disse que tem vontade de chorar quando vê esse absurdo, pois o rio está ficando sem peixe e tem que ter regulamento para que se usufrua da natureza, porque ela está se revoltando, por conta da ganância do homem, destacou seu Toinho.

“Vim pedir pelo amor de Deus para que a gente se una e puna quem quer prejudicar o meio ambiente, pois quem destrói o meio ambiente é amigo do satanás e esse é o recado do Toinho Pescador”, disse ele, explicando que começou a pescar quando tinha 12 anos.

“Tenho vergonha quando vejo a juventude na beira do rio (São Francisco) tomando cachaça e fumando maconha. Com 12 anos eu estava com uma vara de pescar e trazia peixes pra casa, mas os peixes estão desaparecendo”, observou.

Foram as palavras mais sinceras e sábias que eu ouvi na sessão pública da Assembleia, na manhã desta sexta-feira, encerrando os trabalhos legislativos da semana. É necessário que as autoridades ouçam a voz da experiência de seu Toinho Pescador, que está vigilante e não abre mão de seus princípios para defender o meio ambiente e o Rio São Francisco.



Escrito por Olívia de Cássia às 14h25
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Paulão diz que Téo Villa  não presta contas do Fecoep

 

Olívia de Cássia

Repórter

 

         O deputado Paulão denunciou na tarde de ontem que o governador Teotônio Vilela (PSDB) não prestou contas das verbas utilizadas no Fecoep – Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza, criado pelo governo do Estado em 2004, para combater a miséria no Estado e que houve desvio de finalidade.

“Modéstia à parte, fui eu que acionei o Ministério Público para abrir o procedimento”, observou.  As colocações do petista se deram devido a matéria publicada na imprensa indicando que os ex-governadores Lessa e Abílio foram indiciados pela Justiça pelo desvio de verbas do fundo.

         “Lessa e Abílio foram condenados por desvio de verbas do Fecoep, o mesmo crime que atinge os ex-governadores atinge o atual (Téo Vilela). Ele tem que responder na Justiça. O Fecoep teve como objetivo (quando foi criado) recolher impostos (de produtos como cigarros) para aplicação no fundo. É necessário discutir que o Fecoep está na ação do dia e gostaria de fazer esse destaque para que o Ministério Público faça uma ação pública contra o governador que não presta contas de 2007 e 2008”, observou Paulão.

Em 2007,  Paulão usou a tribuna da Casa para tratar do mesmo assunto e cobrou a falta de prestação de contas do governo do Estado.

 

CEFET

No início do seu discurso, o deputado disse ainda que esteve em São Miguel dos Campos “lutando para implementar mais uma escola técnica na cidade”.  Segundo o parlamentar, será uma unidade de processo modulado que está sendo construído naquela cidade.

         Paulão destacou que algumas cidades de Alagoas estão sendo contempladas com a construção de mais escolas técnicas como Maragogi e Penedo “e estou lutando para que outras cidades-pólos possam ter escolas técnicas também”, disse ele.

         Paulão voltou a criticar o governador e disse que tem problema de memória pois o governo federal enviou 933 milhões  para programas sociais em Alagoas como o Luz para Todos.



Escrito por Olívia de Cássia às 08h41
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Segunda e última sessão da semana na ALE teve vários debates

 

 

Olívia de Cássia

Repórter

 

         Na segunda e última sessão da semana na Assembleia, realizada ontem, 26,  o deputado Alberto Sextafeira, que presidiu os trabalhos, informou que a Comissão de Educação, Saúde, Cultura e Turismo se reúne na próxima terça-feira, às 14 horas, antes da sessão ordinária. Diante da insistência do deputado Manoel SantAnna em dizer que gostaria de participar das comissões, Sextafeira informou ao colega que todas as comissões já foram formadas. Na verdade, os suplentes ficaram de fora, discussão que já tinha sido feita também na terça-feira última, dia da primeira sessão da semana.

         Manoel Sant’Anna, que é corretor de imóveis, usou a tribuna da Casa para informar que no início da semana viajou a Brasília e que esteve reunido com a direção da Caixa Econômica. Santana falou do projeto do governo federal em construir milhares de casas em todo o País para pessoas carentes; elogiou a iniciativa, mas observou que esteve em Penedo e constatou que tem casas caindo, carentes de reforma. Ele questionou a maneira como o projeto do governo federal será feito.

         “Fui até a CEF e sugeri que inicialmente fosse feito o reparo nessas casas que estão caindo, não têm nem banheiro e propus que antes de construir tantas casas que seja feito o reparo nessas que estão caindo”, disse ele.

         Em aparte, o deputado Paulão (PT) respondeu às críticas de Manoel Sant’Anna ao projeto do governo Lula e disse que o governo injetou 30 milhões de reais no projeto e que tem que ser implementado, mas que falta projeto em Alagoas para isso.

         Segundo Paulão, moradia popular é a custo zero para o governo federal e a maioria da prefeitura está com problemas Calq (semelhante ao Serasa). “Alguns prefeitos não querem entrar com recurso na Justiça contra os prefeitos anteriores, seus aliados. Dinheiro tem para fazer muitas casas”. Paulão aproveitou seu tempo na tribuna da Casa para criticar o governo Téo Vilela e disse que o governo está entravando a duplicação da BR-101.

         O deputado Manoel Sant’Anna reforçou que é necessário um projeto de revitalização (em Penedo). “Precisamos buscar condições, pois a pessoa (carente) que está com a casa caindo precisa reformar. A gente precisa dar nossa parcela de contribuição; farei minha sugestão à CEF, no sentido de dar essa condição”, disse Sant’Anna.

         O deputado Gilvan Barros lembrou um ano de falecimento do radialista Ferreira Júnior e destacou os serviços prestados pelo radialista ao nosso estado. Em seguida Barros direcionou o seu discurso para falar da febre aftosa e destacou que é preciso tirar Alagoas da zona de risco desse problema. “Como produtor destaco a importância de que Alagoas seja tirada da zona de risco da febre aftosa”.

         Em aparte, o deputado Paulão observou que “avalio que a equipe do Ministério da Agricultura possa trabalhar uma auditoria, tirando Alagoas dessa zona de risco desconhecido. O entrave acontece por conta do governo do Estado.  No exercício 2004/2005 o governo federal enviou recursos na ordem de 800 mil reais,  com o objetivo de combater a febre aftosa em Alagoas. O governo estadual aplicou apenas 300 mil e 500 mil foram devolvidos porque o governo do Estado não usou a verba e teve que ser devolvida”, destacou o petista. 

         “Compreendo a importância que tem a agricultura no Estado de Alagoas e no processo genético ter produtores de referência nacional. Agora eu pergunto: o estado de Alagoas faz o seu dever de Casa?

         Gilvan Barros encerrou o seu discurso na tarde de ontem dizendo que os deputados têm que cumprir com o dever, “somos pagos para isso. Temos a obrigação de encontrar alternativas”.

         O deputado Carlos Cavalcante, que quase não fala na Assembleia, tomou coragem e falou sobre a violência no Estado. Ressaltou os assaltos, mortes, seqüestros e disse que os deputados precisavam falar mesmo que fossem repetitivos. Sua colocação foi devido a uma observação do colega Jeferson Morais (DEM) que fez um aparte dizendo que o assunto estava voltando ao plenário todos os dias.

         Paulão voltou a usar a palavra e disse que a sétima comissão que tem como presidente o deputado Sérgio Toledo e como membros, Marcelo Victor, e Cáthia  Lisboa Freitas, precisa funcionar. “É necessário que as comissões da Casa funcionem, pois cada uma tem o seu papel. Existe a maior contradição nessa Casa. Os suplentes têm o direito de votar e também deveriam participar das comissões. Defendo que elaborem uma ação judicial contra a Mesa Diretora”, reforçou.



Escrito por Olívia de Cássia às 08h04
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Foto de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

.

Assim como fez  dia 17 de março, deputado afastado Cícero Ferro volta ao plenário da Casa...

...

.

ALE realiza sessão com a presença de Cícero Ferro no plenário

 

Olívia de Cássia

Repórter

 

Dezessete deputados compareceram ao plenário do Poder Legislativo na tarde desta quinta-feira, 26, último dia de sessão ordinária na Casa. A sessão foi realizada sem a presença do presidente Fernando Toledo (PSDB) que está viajando à Paraíba. O deputado Alberto Sextafeira, líder do governo na ALE, foi quem presidiu os trabalhos. Do grupo dos suplentes apenas o deputado pastor João Carlos se ausentou do plenário.

Durante a leitura da ata, como já é de costume, nenhum deputado prestou atenção ao que era lido pelo deputado Jeferson Morais (Democratas). A Casa já devia ter tomado uma posição a respeito disso. Deveria tirar uma cópia da ata da sessão anterior e entregar para os deputados. Pelo menos economizaria mais tempo para que assuntos importantes fossem discutidos na Casa e a indiferença da maioria dos deputados.

Quando a sessão já havia começado, o deputado afastado Cícero Ferro (PMN), que foi solto na manhã de hoje, apareceu na Casa. Ferro está afastado pela Operação Taturana e estava preso acusado no envolvimento da morte do vereador por Delmiro Gouveia Fernando Aldo. Ele  saiu direto da sede da Polícia Federal para a Assembleia. Permaneceu no plenário por muito tempo, mas saiu antes que a sessão terminasse e deu entrevista à imprensa já fora do plenário.

Ferro teria dito em entrevista à imprensa que na semana que vem vai trazer os outros deputados afastados para as sessões. Parece que faz questão de desafiar a Justiça alagoana a quem desdenha o tempo todo. Com mais essa decisão em seu favor ficou mais fortalecido e a Justiça mais fragilizada.

VIOLÊNCIA

O tema da violência foi novamente pauta do dia na Casa de Tavares Bastos. Desta vez o assunto foi iniciado pelo deputado George Clemente, que não costuma se pronunciar na tribuna da ALE. Clemente iniciou o seu discurso reforçando as falas da sessão de terça-feira, quando o tema foi abordado por vários deputados.

Ele teve uma pessoa da sua família sequestrada esta semana e disse que está agendando uma audiência com o secretário Paulo Rubim, para tratar desse assunto. George Clemente lembrou da violência sofrida pelo cônego Henrique Soares, na semana passada, do sequestro do neto e da  nora do presidente da Casa, Fernando Toledo, e observou que é necessária a contratação do pessoal da reserva técnica da polícia.

Em aparte, o deputado Jeferson Morais disse que estamos vivendo uma situação difícil. “A violência está atingindo a todos e um próprio integrante da Força Nacional foi vítima de violência no Estado”.

O deputado Manoel Sant’Anna mais uma vez solicitou a inclusão dos suplentes nas comissões e destacou a importância de seu projeto de aproveitamento do pessoal da reserva técnica. Ressaltou que falta segurança no Estado.

Segundo ele, viajou até Brasília como cidadão alagoano preocupado com a questão da segurança. “Fui na segunda-feira fazer um relato sobre a segurança em Alagoas, falar de seqüestros-relâmpagos que estão acontecendo no Estado”, explicou.

O deputado José Maria Tenório (PMN) ratificou a fala de Manoel Sant’Anna e disse que já falou de segurança na Casa. “A segurança em Alagoas é uma doença e a saúde está falida. Muito mais do que a reserva técnica a polícia está mal distribuída e quando ela quer ela trabalha, como fez no carnaval deste ano”, observou.



Escrito por Olívia de Cássia às 23h43
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Foto de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

Por falta de quorum ALE não realiza sessão

 

Olívia de Cássia

Repórter

 

         Não houve quorum na tarde desta quarta-feira, 25, para a realização da sessão da Assembléia Legislativa Estadual (ALE). Apenas oito deputados estavam no plenário quando foi feita a chamada e o presidente Fernando Toledo (PSDB) deu por encerrada a sessão.

         Quando já não dava mais para voltar atrás chegaram ao plenário os deputados Temóteo Correia (Democratas), Ricardo Nezinho (PTdoB), Edival Gaia (PSDB) e George Clemente que completavam 12 parlamentares e dava número suficiente para que a sessão pudesse ser aberta; os 12 parlamentares se estivessem no plenário só não poderiam votar nenhuma mensagem por falta do número insuficiente para votação que é de 14 deputados.

         O deputado Judson Cabral (PT), disse que na Casa tramitam duas mensagens que precisam ser discutidas que é o projeto de política ambiental do governo e o projeto que prevê a criação da Comissão de Ética da Casa. O petista alertou para a questão dos prazos que têm que ser obedecidos para que algumas decisões sejam encaminhadas e os deputados não percam os prazos.

         O deputado Ricardo Nezinho (PTdoB), presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Casa foi reconduzido à titularidade do cargo e o deputado Maurício Tavares é seu vice na comissão. A CCJ tem cinco membros. Nezinho disse que todas as comissões já foram formadas. “Falta definir os presidentes da maioria”.

         O petebista observou que a CCJ realizou a primeira reunião no dia de ontem “mas foi só normatização e para estabelecer algumas regras para que depois os integrantes não digam que não sabiam”.

Ele disse que toda a pauta da gestão anterior da Mesa foi limpa no final do ano passado e que todos os projetos foram votados não tendo ficado nenhum pendente. Segundo Ricardo Nezinho, as reuniões da CCJ estão previstas para acontecerem às terças-feiras, depois da sessão ordinária da Casa.



Escrito por Olívia de Cássia às 01h35
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Foto de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

Advogado Marcelo Teixeira é o novo procurador da ALE...

.

Novo procurador toma posse na Assembleia

 

Olívia de Cássia

Repórter

 

         O novo procurador da Assembleia, advogado Marcelo Teixeira, tomou posse na tarde de ontem, 25, no gabinete do presidente Fernando Toledo (PSDB). A posse do novo procurador foi o fato novo ocorrido na ALE na tarde de ontem, já que não houve sessão na Casa e apenas oito deputados se fizeram presentes no plenário na hora da chamada.  

         Teixeira concedeu entrevista ainda no gabinete da presidência e disse que estava afastado da vida pública desde 98. Ele reconhece que vai enfrentar um grande desafio à frente da procuradoria da ALE.

O procurador observou que entra na Casa num momento de turbulência, mas destacou que vai procurar refazer a imagem da Assembleia para a sociedade.  Para isso ele argumenta que tem o total apoio da Mesa Diretora. Além disso Teixeira tem a bagagem de ter sido presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (seccional de Alagoas) e ter ocupado a procuradoria do Estado em anos passados.

Marcelo Teixeira  se mostrou receptivo à imprensa, diferente do ex-procurador da Casa que não gosta de dar entrevistas. Ele afirmou que a hora que os jornalistas quiserem falar com ele está disponível e vai atender; convidou os jornalistas para visitarem a sala da procuradoria, que fica no térreo da casa.

O procurador, que  também é jornalista,  disse que vai buscar fazer o melhor para o Poder Legislativo. “A Assembleia voltará, com certeza para o lugar de antes. O Poder não sai do lugar, aliás. Os três poderes se entrelaçam”, explicou.

Sobre o afastamento dos deputados pela Justiça pelo envolvimento na Operação Taturana Marcelo Teixeira disse que não interessa a ninguém o que está acontecendo na Casa e que tem que haver uma compreensão. “Estou fazendo um trabalho junto com Marcos Guerra (procurador anterior), mas ainda estou reflexivo. O Poder não pode viver acirrado. A parte administrativa é constante, normal, mas a jurídica é provisória”, ensinou.

Sobre a situação dos deputados afastados ele disse que o Judiciário é quem vai dizer o que deve ser feito para essa situação. “O grande problema é essa questão do retorno ou não dos deputados afastados. Vou me debruçar sobre quais são os caminhos jurídicos e se tiver que haver discussão a respeito, que se abra um processo. O Judiciário está preparado para resolver isso”, destacou. 



Escrito por Olívia de Cássia às 01h22
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Fotos de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

.

Taxistas pedem apoio dos vereadores para regulamentar táxi-lotação

 

Os taxistas de Maceió, que trabalham com o transporte de lotação em diversos bairros da capital, estão reunidos em frente ao prédio da Uncisal, localizado a rua Pedro Monteiro, no Centro, onde acontece na manhã desta quarta-feira (25) sessão pública da Câmara de Vereadores. Representantes da categoria foram recebidos durante a sessão e levaram ao plenário a discussão para a regulamentação do transporte lotação na capital alagoana.

         O trânsito na região está congestionado. Guardas municipais foram acionados e fazem a segurança em frente ao prédio. Munidos de carro de som e com uma tenda montada, os taxistas, que garantem contar com o apoio da população, solicitam o apoio dos vereadores para que o projeto que regulamenta o táxi-lotação seja aprovado.

         Segundo representantes do sindicato dos táxi-lotação, é necessário que haja bom senso para a regulamentação dos 10% da frota, para atender o sistema. Segundo determinação da SMTT, os  taxistas que são pegos fazendo o transporte são recolhidos e só são liberados após pagarem uma multa que chega ao valor de R$ 260; os profissionais avaliam como um absurdo isso.

         Os taxistas explicam que a frota de lotação não atingiria o transporte coletivo, nem o bolso dos empresários, já que os 10% da frota somente beneficiaria 5% da população que depende dos ônibus. (Com informações do site Cada Minuto)



Escrito por Olívia de Cássia às 13h26
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Líder do governo, Sextafeira reconhece a crise e disse que quer colaborar com debate

 

Olívia de Cássia

Repórter

 

         O líder do governo na ALE, deputado Alberto Sextafeira (PSB) disse que quer colaborar com o debate e que reconhece a crise pela qual o governo está passando. “Quero colaborar com o debate da crise. Não podemos deixar de reconhecer que ela existe”, argumentou.

         Diante das críticas dos colegas ao governo do Estado, Sextafeira observou que o governo publicou no Diário Oficial a suspensão e o adiamento de contratações de serviços públicos. Ele observou também que falta política pública conjunta entre os três governos: federal, estadual e municipal e disse que o governo está convidando para uma reunião amanhã (quinta-feira) no Palácio República dos Palmares, às 18h, para debater a crise, “onde irá discutir conjuntamente, ouvir propostas e encontrar soluções”. Na sexta-feira, o governo do Estado concede uma coletiva à imprensa.

         Também para discutir a crise, segundo Sextafeira, o governador Téo Vilela terá uma audiência com o presidente Lula (hoje à tarde). “Toda crise tem um remédio amargo”, disse.  

 



Escrito por Olívia de Cássia às 13h07
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Foto de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

Rui Palmeira faz apelo para redução do duodécimo

 

Olívia de Cássia

Repórter

 

O deputado Rui Palmeira (PR, em seu discurso na tarde de ontem na ALE, voltou a pedir a redução do duodécimo da Casa de Tavares Bastos. Rui disse que a Casa deveria retomar a discussão, que foi proposta em março de 2008 pelo governo do Estado, de acordo com projeto de lei, e arquivada, segundo dele, de forma prematura.

         “Devemos retomar a discussão e reduzir o duodécimo da Assembléia, proposta em março de 2008 pelo governo do estado mediante projeto de lei, e arquivada de forma prematura por esta Casa”, lembrou.

         Segundo Palmeira,  a crise financeira internacional já chegou a Alagoas e o momento é de redução das despesas. Rui disse que os recursos usados em 2008 para a aquisição de móveis, para a reforma da sede do Legislativo e para a contratação de auditorias não mais serão utilizados este ano, fato que por si só já garantem uma imediata redução no valor do duodécimo.

         “Somente os custos envolvidos com estas despesas somam quase R$ 3 milhões, valores que desde já poderiam ser economizados”, destacou. Em março de 2008, Projeto de Lei submetido pelo Governo à Assembléia previa redução do valor do duodécimo, que sairia de R$ 113 milhões para R$ 82 milhões. A proposta teve o apoio de Rui Palmeira.

Quinze milhões economizados seriam investidos em segurança pública e os outros R$ 15 milhões em áreas como saúde, educação e desenvolvimento, de acordo com a proposta do parlamentar do PR.  

         “O governo está em dificuldades, assim como as prefeituras alagoanas em virtude da crise financeira que afeta todo o mundo. Desde março do ano passado a Assembléia poderia ter dado o exemplo e reduzido seu duodécimo, mas não o fez. Agora, precisamos repensar esta alternativa”, finalizou.



Escrito por Olívia de Cássia às 12h48
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Deputado Jeferson Morais critica  Mesa Diretora de não incluir suplentes nas comissões; em aparte, Paulão se solidariza com  Jeferson e os suplentes

 

Olívia de Cássia

Repórter

 

         O deputado Jeferson Morais (DEM) usou a tribuna da ALE para criticar a Mesa Diretora da Assembléia, por não ter incluído os deputados suplentes que assumiram mandatos nas comissões da Casa. Jeferson argumentou que o grupo dos suplentes apresentou  um requerimento solicitando informações a respeito das comissões e não obteve resposta.

         “Nós apresentamos um requerimento e não tivemos resposta. Solicitamos informações sobre a formação das comissões, mas vi que havia uma predisposição para que os novos deputados não participassem das nove comissões da Casa”, observou.

         Em aparte, o deputado Paulo Fernando dos Santos (Paulão-PT) se solidarizou a Jeferson Morais e disse que “entendo que no momento em que os suplentes exercem a atividade eles têm o mesmo direito. Não existe meio deputado e os suplentes podem votar na Mesa. A primeira comissão da  Casa é a Mesa Diretora. Acho uma  anomalia a não-participação dos suplentes, tanto no campo político quanto no jurídico”, disse o petista.

         O deputado Sérgio  Toledo, líder do blocão na Casa,  argumentou que há um equívoco e discordou dos argumentos apresentados pelo  democrata.  Sérgio Toledo disse que “regimentalmente falando, não  há discriminação. Os deputados foram indicados pelos partidos”, observou.

Sérgio Toledo destacou que as comissões são organizadas de acordo com  as indicações dos partidos políticos.  “A indicação é pessoal. Ninguém está descumprindo o regimento. É uma prerrogativa do líder do partido e quero esclarecer isso para vossa Excelência” .

Jeferson agradeceu ao colega pela “aula” . “Agradeço pela aula, mas continuo discordando e acho uma atitude descabida. Eu entendo que somos temporários  aqui, mas qual o deputado  que garante efetividade nessa Casa?”, indagou.

O democrata disse ainda que lamenta porque “já perdemos muito tempo. A sociedade espera tanto dessa casa, já chegamos  a falar  de uma agenda positiva”, lembrou.  



Escrito por Olívia de Cássia às 11h40
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Segurança pública volta a ser debatida na ALE

 

Olívia de Cássia

Repórter

 

         Mais uma vez a questão da segurança pública voltou a ser discutida na Casa de Tavares Bastos na tarde de ontem. O deputado Judson Cabral (PT) observou dois fatos ocorridos no fim de semana como o sequestro do neto do presidente da Casa, Fernando Toledo (PSDB) e da sua ex-nora, bem como o assalto com espaçamento contra o cônego Henrique Soares.

         O petista destacou a necessidade de ser aprovado pela ALE o requerimento do deputado Manoel Sant’Anna (PTB), solicitando a liberação dos policiais militares da reserva técnica da Polícia Militar, que compareceram à Casa na tarde de ontem e fizeram um ato público na praça em  frente ao prédio do Legislativo alagoano.

         O petista solicitou uma resposta do líder do governo na Casa, Alberto Sextafeira, que em entrevista à imprensa informou que  na quinta-feira (amanhã) acontece uma reunião com o governador Téo Vilela para tratar do assunto.

         Judson salientou que 40 homens da Força Nacional não vão resolver a questão da segurança pública no Estado. “A PM está com o efetivo desproporcional”,  observou Judson argumentando que  muitos policiais  militares do efetivo  da PM já estão com mais de 40 anos e do ponto de vista da ocupação  dos espaços é necessário que se coloque os profissionais que passaram no concurso. Cerca de 2.000 aguardam ser chamados e o  prazo do concurso está se expirando.

         Em aparte, o deputado José Maria Tenório (PMN) criticou o comando da PM e disse que a carência está estampada no rosto de cada profissional. Ele observou  que é preciso que seja feita alguma coisa. “Não existe comando na Polícia Militar de Alagoas”.

         O deputado Edval Gaia aparteou  o colega parlamentar e disse que o efetivo é pouco. “Eu estava conversando com um tio meu que tem muitos anos de serviço e ele disse que o efetivo da PM nos dias de hoje é o mesmo de antes. Com o fim das subdelegacias, a violência aumentou muito”, observou.  Gaia reforçou que o governo tem que olhar com carinho para a segurança e que a polícia precisa estar presente nos bairros.

         Finalizando seu discurso Judson pediu que o  líder da bancada do governo, Alberto Sextafeira (PSB) se  pronunciasse. “ Gostaria que o líder do governo se pronunciasse sobre o assunto , que afeta toda a sociedade”.

PAULÃO

         Em seu discurso na tarde de ontem, o deputado Paulão lembrou que essa discussão sobre segurança  pública é feita todo mês na Casa. “Todo mês a gente discute esse assunto nessa Casa. Não adianta fazer uma discussão de forma simplista. A Constituição diz que segurança  é um dever do estado  e direito do cidadão. Se não tiver uma ação dos governos federal, estadual e dos municípios, a questão não se resolve. A gente teima em não discutir as drogas lícitas (que também são as causadoras da violência); qualquer menor compra bebidas nos supermercados e é preciso discutir isso”, argumentou.

         Paulão disse que falta investimento do governo do Estado na segurança em Alagoas e no município de Maceió. “E se não apresentarem projetos (para o governo federal) vão ficar fora (do orçamento da União).

O petista propôs que  o Ministério Público entre com uma ação civil pública contra  o governo do Estado na área de saúde e segurança.

Com relação ao pessoal da reserva técnica Paulão disse que entende que o assunto tem que ser aprofundando na Casa. Ele observou que nunca recebeu um relatório  do representante da Assembléia no Conselho de Segurança do Estado e observou que o Poder Legislativo delegou a vaga a um juiz. “O que vejo é que o representante entra calado e sai mudo (das reuniões do conselho).



Escrito por Olívia de Cássia às 11h00
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Fotos de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

.

Ilustração da capa do livro Relevo de Piranhas...

...

Novo livro de Bezerra Neto já está no prelo; artista digital também prepara exposição de quadros e fala da dificuldade de comercializar seus trabalhos em Alagoas

 

Olívia de Cássia

Repórter

 

         Recuperado de um grave problema de saúde, o jornalista, comendador, escritor e artista plástico digital Bezerra Neto fala de seu mais novo livro que já está no prelo e versa sobre a cidade de Piranhas, no Sertão alagoano.  O quinto trabalho desse alagoano de Palmeira dos Índios é um compêndio sobre o Rio São Francisco, da nascente até a foz e ressalta a fortaleza do homem sertanejo.

“Relevos de Piranhas” conta a história da cidade sertaneja que abrigou D. Pedro I e Lampião e leva à interpretação do que é a ecologia local. Segundo Bezerra Neto, o livro faz incursões de Delmiro Gouveia à visita de D. Pedro e o cangaço. “Eu fiz um estudo profundo sobre o tema. O sertanejo é um homem que tem uma característica especial; o vaqueiro é o símbolo do homem do Sertão”, observa.

O jornalista destaca que o sertanejo valoriza muito o outro e é um homem que respeita Deus acima de tudo e se orienta pelo rumo do sol. “Quando ele sabe que a chuva vai chegar, ele prepara a sua casa e retelha; aprendeu com o rio (São Francisco). O homem do Sertão não invade a atmosfera de outro e eu o comparo com o rio, pois quando ele encontra uma pedra em seu caminho ele desvia”, ressalta.

Na introdução de Relevos de Piranhas, Bezerra Neto escreve que não é exagero dizer que a cidade sertaneja que o livro trata “é uma terra diferente de todas as outras conhecidas, cuja originalidade e traços pitorescos colocam-se como uma das mais  belas e atraentes do Nordeste brasileiro”.

Ele observa que nem mesmo “as gigantescas e modernas instalações da Usina Hidrelétrica de Xingó (que compõe o segundo maior complexo do gênero no Brasil e o sexto em todo o mundo),  desperta tanta curiosidade e interesse quanto essa pequena e bucólica cidade incrustada nas barrancas do São Francisco”.

Quanto ao homem do Sertão, o escritor diz que outra característica dele abordada no livro é que “o sertanejo, na sua rudimentar, mas sábia instrução, extraída da convivência com a natureza da terra, conhece tudo sobre o tempo: “quando ele é propício ou não para plantar e colher”.

Ele ressalta também que o homem do Sertão adora a flor do mandacaru, mas não a coloca no jarro porque o terreno ecológico tende a ser um grande repositário de ninchos e ele respeita e absorve isso. “O sertanejo tem a firmeza e o caráter de Fabiano, retratado pelo mestre Graciliano Ramos, em Vidas Secas”, conta Bezerra.

Relevo de Piranhas tem prefácio do desembargador Washinton Luiz e mensagem do ex-prefeito Inácio Loiola. Para publicar seu quinto trabalho, o escritor ressalta que está encontrando dificuldades, como todo escritor alagoano. Ele observa que seus quatro outros livros foram bancados com recursos próprios e se ressente da falta de incentivo à cultura e publicações de livros em Alagoas.

“A questão financeira é o mais difícil, já publiquei quatro livros e todos com meus recursos, sinto falta de apoio para a divulgação e comercialização dos meus trabalhos”, diz. Bezerra destaca que todos os escritores alagoanos têm a percepção da precariedade para se publicar um livro. “Não há ajuda e incentivo. No Estado há muitas pessoas com capacidade, mas não existe mercado para venda e uma pessoa só não pode arcar com tanta coisa”.

Outra observação de Bezerra Neto é que o escritor quer ver o seu livro divulgado. “Ele patrocina o seu trabalho e se não der o livro ninguém lê. As livrarias alagoanas deveriam ter o compromisso com as vendas de livros locais”, observa.

LIVROS PUBLICADOS

         Bezerra Neto é autor de quatro outros livros: O Homem no Deserto (2001); Esfinge – A saga do leão coroado (2001); Zumbi – o deus negro dos Palmares (2002) e Relevos de Piranhas (que está no prelo), com lançamento previsto ainda para este ano. Bezerra Neto também lançou a revista Cangaço em três fascículos.

.

.

.

.

         Bezerra Neto transforma objetos em arte digital

 

Utilizando o mouse de um computador como se fosse um pincel e tela especial de alta resolução, Bezerra Neto vem empregando transformando tudo o que observa em arte digital. “É uma arte plástica trabalhada com o mouse; é a arte do futuro”. Ele observa que o  mouse tende a substituir o pincel como o computador substituiu as máquinas de escrever.

A descoberta de um novo estilo de arte, que mistura texturas no computador para virar tela de alta plasticidade, levou Bezerra Neto - que também é fotógrafo - a tornar-se um pintor plástico, que usa a tecnologia e ferramentas de programa gráfico para compor belíssimos quadros sobre a paisagem nordestina.

O jornalista explica que tem um acervo de mais de 100 telas com a arte digital, sobre diversos temas, tendo o cangaço a presença forte. “Estou trabalhando numa exposição com 60 telas com paisagens do Nordeste e abordando temas como folclore, mandacaru, a cidade de Piranhas, O homem Delmiro Gouveia, a passagem de D. Pedro por Piranhas, frevo de Pernambuco, entre outros temas nordestinos, além de estar fazendo um estudo sobre as borboletas”, finaliza. 



Escrito por Olívia de Cássia às 23h06
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Fotos de Olívia de Cássia Correia de Cerqueira

 

Livros, medalhas e fotos da residência de Bezerra Neto...tudo isso faz parte do seu rico acervo...

Bezerra Neto e dona Sônia...

 

Dona Sônia é esposa de Bezerra Neto, mãe de Emilia; uma mulher lutadora, guerreira...

Jornalista e escritor Bezerra Neto, recuperado de um sério problema de saúde, se prepara para lançar mais um livro e fazer uma exposição de quadros digitais de sua autoria...Ele também é fotógrafo...

.

Jornalista Emilia Bezerra, filha de Bezerra Neto e minha querida amiga...

.

Peça do acerto do jornalista Bezerra Neto......em 22-3-2009

Esse ferro de passar roupa da época dos nossos avós é do acervo do escritor Bezerra Neto...

.

Acervo do escritor, jornalista, comendador e artista digital Bezerra Neto...

.

Esse souvenir também... 22-3-2009

.

Rafael é inteligente, ele canta, dança e faz muito barulho...rs...

.

Esse é o Robinho, que assim como o Rafel na foto acima e o Rick Martin abaixo, é patrimônio do Bezerra...rs....

Esse aí é o Rick Martin, filhote da minha amiga Emilia Bezerra...

.

Pintura digital de Bezerra Neto...



Escrito por Olívia de Cássia às 22h35
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
border=0